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A Política Integrada de Gestão da VCP adota os critérios de excelência do Prêmio Nacional de Qualidade (PNQ) e segue o Sistema de Gestão Votorantim (SGV), empregado por todas as empresas da Votorantim Industrial, que busca transferir as melhores práticas e institucionalizar habilidades de empresas de classe mundial.
O Gerenciamento pela Qualidade alinha a Companhia para a execução da estratégia de crescimento. Em 2005, foi iniciado o projeto Redesenhando o Sistema de Gestão Financeira, baseado no modelo Beyond Budgeting. O objetivo é abolir completamente o Orçamento e adotar diferentes ferramentas e processos, como comparações com a concorrência, resultados dos anos anteriores e benchmarks internos e externos. Essa mudança está sendo feita em etapas, iniciando pela simplificação do processo orçamentário em 2005.
O modelo tem ainda o apoio de outras ferramentas, como Balanced Scorecard (BSC), com avaliação contínua de indicadores de desempenho; GVA (Geração de Valor Adicionado), que mede a capacidade de agregação de riqueza para o acionista; Business Intelligence, para a radiografia completa dos negócios, Seis Sigma (modelos estatísticos para atingir metas desafiadoras) e Manutenção Preventiva Total (TPM), entre outras.
Gestão de Riscos
Em 2004 e 2005, a VCP estruturou um novo programa de gestão de riscos, que busca identificar potenciais impactos em toda cadeia de produção, com a definição de planos de mitigação ou contingência. O processo de mapeamento envolveu 41 pessoas, em mais de 200 reuniões de trabalho, com a identificação preliminar de 258 riscos estratégicos. A partir disso, foram selecionados 17 riscos prioritários – pelo impacto ou freqüência. Para a coordenação do processo, foi criada uma área de Gestão de Ativos e Riscos.
Os riscos estratégicos foram agrupados em quatro principais categorias – operacional, negócios (clientes), preço/mercado e de eventos –, para a adoção de planos de eliminação, controle, transferência ou mesmo aceitação de riscos. Prevê-se para o primeiro trimestre de 2006 o término do treinamento das áreas, para que a modelagem e a gestão de riscos integrem a rotina dos trabalhos.
Para os riscos financeiros, são utilizados instrumentos de proteção contra efeitos da desvalorização cambial, sistemas de controle para essas operações, determinação de limites de posições e exposição, além de monitoramento dos riscos envolvidos. E todos os aspectos e impactos ambientais decorrentes de processos e instalações nas unidades industriais são identificados, cadastrados e gerenciados com o apoio de um software desenvolvido em linguagem web.
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