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O negócio de celulose e papel é do tipo capital intensivo, isto é, exige investimentos constantes em tecnologia e aumento da escala de produção. A VCP e os seus principais competidores são empresas que atuam globalmente e estão presentes em todos os mercados do mundo. O Projeto Horizonte representa um passo importantíssimo para que a VCP se destaque neste cenário. Além disso, a VCP tem a meta de quadruplicar sua receita líquida anual até 2020, chegando a US$ 6 bilhões, e o Projeto Horizonte é parte integrante dessa estratégia.
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O Estado demonstrou vantagens competitivas importantes em relação a outras partes do mundo e do Brasil, tais como qualificação da mão-de-obra, capital intelectual e a boa infra-estrutura local. A área possui boa infra-estrutura logística e está próxima ao rio Paraná, importante via de escoamento de produtos e insumos. Além disso, oferece clima, topografia e disponibilidade de terra e água adequada para o plantio do eucalipto que irá suprir a produção.
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Um terreno de 1,1 milhão de metros quadrados irá abrigar a nova fábrica da VCP no Horto Barra da Moeda, a cerca de 30 quilômetros de Três Lagoas.
Até 2009, quando terá início o funcionamento da nova fábrica, cerca de 10 mil funcionários serão contratados temporariamente para execução da obra e outros 1.300 funcionários serão capacitados ainda em 2007 para ocupar cargos técnicos na unidade fabril. Estima-se que o empreendimento total poderá gerar 5 mil empregos indiretos para a economia regional.
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O empreendimento não traz qualquer risco ambiental, seja na parte florestal ou industrial, conforme está demonstrado no Relatório de Impacto Ambiental – Estudo de Impacto Ambiental (EIA-RIMA). A VCP vai utilizar a melhor tecnologia disponível no mundo para construir um empreendimento seguro e que representa o estado da arte no setor.
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Não. Isso porque os rejeitos gerados, chamados de efluentes, só são enviados para o meio ambiente depois de passarem por uma Estação de Tratamento, sendo constantemente analisados e monitorados por órgãos ambientais e por universidades locais.
A fábrica também possui sistemas de segurança para o caso de ocorrer algum incidente com derramamento de líquidos. Se acontecer, o sistema devolve todo o material para o processo de produção impedindo a contaminação do meio ambiente.
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Não, e por uma razão bem simples e inteligente: o licor residual ou licor negro é um rico combustível utilizado na própria fábrica. O produto é totalmente queimado na caldeira de recuperação química, gerando vapor e energia elétrica, além de possibilitar a recuperação dos reagentes utilizados no cozimento.
O licor negro é um biocombustível renovável, que substitui o uso de combustíveis fósseis, tais como os derivados de petróleo. Com isso, evita também a poluição atmosférica.
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Isso acontecia antigamente, quando não existia tecnologia para eliminar os odores. Hoje os equipamentos e a tecnologia existentes nas fábricas modernas conseguem coletar 100% dos gases odoríferos gerados e incinerá-los com segurança na caldeira de recuperação química, com o reaproveitamento do calor de combustão e a recuperação dos reagentes contidos nos gases.
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A fábrica utiliza modernos programas de gestão ambiental, como nos países mais avançados do mundo, o que reduz os resíduos sólidos ao mínimo.
Cerca de 90% do total de resíduos sólidos gerados pela fábrica vão para uma central de compostagem, onde se transformam em adubo. Este adubo é utilizado nas florestas da indústria. Os materiais ferrosos, não-ferrosos, sucatas e óleos, que não podem ir para a compostagem, são reciclados. A pequena parte restante é enviada a um aterro industrial.
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Sim, e esta é outra boa notícia. A fábrica de celulose será auto-suficiente em energia elétrica. Na primeira fase do empreendimento produzirá até sobra de energia.
Essa auto-suficiência se deve à queima do licor negro gerado na produção da celulose e ao reaproveitamento dos resíduos do preparo da madeira, que são combustíveis renováveis.
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Certamente não. Nos anos 1980 foram feitas pesquisas no mundo inteiro para avaliação das fontes de dioxinas. Descobriu-se que as principais eram a queima de lixo doméstico, urbano e hospitalar e algumas atividades industriais. Essas dioxinas também foram detectadas nos efluentes de branqueamento de celulose com cloro, em pequenas concentrações, quando utilizado o chamado cloro elementar.
Hoje, as modernas indústrias utilizam o processo conhecido por ECF (Elemental Chlorine Free), que não utiliza cloro elementar e, sim, o dióxido de cloro – apesar do nome, é uma substância totalmente diferente do cloro. O branqueamento ECF é uma tecnologia que previne a poluição e contribui para um sistema ecologicamente sustentável. Ele é recomendado pelas organizações ambientais dos Estados Unidos, da Comunidade Européia e das Nações Unidas.
Estudos comparando efluentes de fábricas com tecnologia ECF (livre de cloro elementar) e TCF (totalmente livre de cloro) confirmaram a ausência de diferenças significativas nos efeitos biológicos no ambiente aquático, sendo que nem no efluente gerado pelo processo ECF nem no TCF são detectadas dioxinas.
Dessa forma, fábricas de celulose com branqueamento ECF não geram substâncias que possam causar câncer.
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Não, ao contrário. As fábricas de celulose modernas reaproveitam a água em diversas operações industriais, com considerável redução de consumo.
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Os plantios de eucalipto no Brasil consomem a mesma quantidade de água que as florestas nativas. Sua eficiência no aproveitamento da água garante maior produtividade quando comparada a culturas agrícolas. A folhagem ou copa do eucalipto retém menos água de chuva do que as árvores das florestas tropicais. Por isso, mais água de chuva vai direto para o solo. A água consumida pelo eucalipto é proveniente, sobretudo, da camada superficial do solo. Normalmente, suas raízes não ultrapassam 2,5 metros de profundidade e não conseguem chegar aos lençóis freáticos.
O eucalipto também não empobrece o solo, ao contrário, apresenta efeitos benéficos sobre suas propriedades, como estrutura, capacidade de armazenamento de água, drenagem e aeração, entre outras.
As plantações de eucalipto formam corredores para as áreas de preservação e criam um habitat para a fauna, oferecendo condições de abrigo, alimentação e reprodução para várias espécies. Modernas técnicas de planejamento de uso do solo garantem a biodiversidade dos sistemas aquáticos e terrestres.
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Não. A tecnologia a ser utilizada na nova fábrica garante que todos os gases do processo produtivo sejam capturados e queimados, garantindo a completa eliminação de odores e melhor eficiência energética. Os equipamentos para controle de material particulado atingem eficiência superior a 99%. Nossa tecnologia inclui sistema de queima de gases, precipitadores eletrostáticos, lavadores de gases, ciclones e multiciclones.
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Não. A VCP é referência mundial na indústria de celulose, com o menor consumo de água por tonelada produzida. Além disso, a água servida passará por sistema avançado de tratamento biológico, antes de ser enviada para o corpo receptor. O licor residual, denominado “licor negro”, é totalmente recuperado, evaporado e utilizado como combustível renovável, gerando vapor e energia elétrica para o processo. Não existe lançamentos de licor negro para as águas servidas, pois ele é totalmente recuperado no processo produtivo. O desempenho ambiental da VCP está entre os melhores do mundo.
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A nova unidade industrial criará 1,3 mil vagas diretas na região. No período de implantação da fábrica, entre 2007 a 2009, outras 10 mil vagas serão abertas. As atividades florestais gerarão cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos, trazendo como vantagem adicional a geração de renda no campo e a fixação do trabalhador rural à terra. No total, a empresa estima que cerca de 5 mil empregos serão gerados em todas as cadeias produtivas afetadas pelo empreendimento.
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Além da geração de emprego e renda, o empreendimento trará desenvolvimento social e melhoria dos padrões ambientais das regiões impactadas. Os investimentos também deverão gerar benefícios indiretos às comunidades locais por meio do pagamento de impostos, taxas e tributos. A expectativa da empresa é que isso se reverta, por meio do poder público, em melhoria da infra-estrutura e da qualidade de vida no Estado.
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Em breve, você poderá enviar seu currículo ou sua proposta de negócio para a VCP, utilizando este mesmo website. Para isto, estamos desenvolvendo a área Oportunidades.
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